Escrevendo a vida, ouvindo a alma
Escritos, com sentimento

Não quero te vender nada, muito menos te comprar, so quero dividir os sentimento que muitas vezes sonham e  acompanham... " Aonde quer que eu vá"

Esse site tem a inteção de compatilhar com você um pouco de mim, não vou vender sonhos nem sentimentos apenas vou me doar.

Quem é você?

Dizer quem você é, se iguala a criar ou denominar ou melhor, citar conceitos, e dizer conceitos nem sempre é uma tarefa simples ou fácil. Começo afirmando que sou alguém "em busca", esse em faz toda diferente, pois dá a tender que a tal busca sempre é um processo contínuo. Acho que sou um pouco assim, para mim a vida não para, e nunca parou. São as sequências de ações, de acontecimentos e de pessoas. Bem, mas o que isso significa?

Aprendi com cada fato dessa existência, e todo esse conhecimento em fez ser aquilo que Raul Seixas disse antes mesmo de conhecê-lo - a metamorfose ambulante - já mudei de ideias muitas vezes já amei de muitas formas, talvez seja isso que me faz ser tão tranquila e serena. É, eu gosto de ouvir e entender as pessoas. Compreender e as vezes, discordar. Deve ser por isso que a pedagogia me escolheu ou será que foi eu que a escolhi?

A sensibilidade e a oportunidade de vislumbrar novas facetas é o que me dá ânimo e força para continuar vivendo. Eu preciso amar intensamente para ser feliz, não apenas amar, mas viver com uma força infinita. Eu amo a vida, amo meus amigos, minha mãe, meu filho, cada um do seu jeito da sua forma. Ah, eu também brinco, e por que não? Mas é porque acredito que sorrir sempre é o melhor remédio para aliviar as dores dos que desejo e amo, e até os meus próprios dilemas.

Não sigo os padrões de pensamento, nem vejo a beleza com os mesmos olhos do mundo. Eu vejo a existência com meus olhos e acredito no que entendo e interpreto deles (E VOU ATÉ O FIM NAQUILO QUE CREIO). Talvez por causa dessa característica eu sofra, mas qual ser humano nunca sofreu por querer e amar demais?

Sou alguém que possuo meus próprios dilemas, momentos e consequências. Pretendo lutar sempre pela minha meta, objetivo e tarefa, pois a vida não é formada apenas de instantes, mas também de escolhas certas e precisas. Ando pelo meu próprio caminho, mesmo não sabendo o que me espera no próximo passo. Calço sempre as sandálias mais simples, pois entendo que o sucesso é estrada de chão batido.

Mas quem sou eu de fato? Enfim respondendo à pergunta; eu sou a mãe, a filha, a mulher, a amiga, a estranha, a engraçada, a Lorena, a Raquel, a professora, a tia, a irmã, a prima... Por último eu sou eu mesma, mais alguém em busca, em ser feliz.

O MELHOR DE MIM!!!!

Poemas, fotos, desabafos, conquistas, curiosidades, descobertas, amor, sexo, vida, coração, partida, adeus... enfim EU.

CARTAS ao ESTAGIÁRIO-

Não me formei, e agora?


Contribuição De Estágio Na Formação Do Ser Professor

Para alguns, estágio é só sinônimo de treino, ensaio, brincadeira (talvez), mas acredito que para o professor o estágio é uma "terra muito grande para ser explorada". Como assim? A sala de aula não é apenas um local de reunião - professor e aluno - não é somente um espaço de diálogo, mas interações e trocas de conhecimentos que transformam de forma e equivalente todos que nesse processo participam.
Ao graduando essa troca é muito mais significativa pois os saberes ali construídos servem de alicerce para a formação de perfil deste futuro profissional. A experiência do estágio foi de fato, um ponto essencial para o fortalecimento de toda a aprendizagem que obtive durante todo o curso.
Na vivência do estágio descobri como a sala de aula é dinâmica: a movimentação e questionamentos dos alunos, a resposta do professor, as atividades passadas pelo livro, as brincadeiras trocadas. Os debates, os diálogos não param. Não existe a monotonia, a escola está sempre em uma agitação contínua.
Com a aproximação dos alunos, mesmo com o pouco tempo em que estive em contato com eles pude perceber certas particularidades de cada sujeito. Eles sempre carregam para escola os conceitos que são transmitidos no contexto familiar, há muito preconceito e intolerância com o próximo. Então compreendi que como educadora devo intervir nesse pensamento e fazer com eles reflitam e reconstruam sua criticidade.
Há também uma subestima dos professores mais veteranos em relação aos alunos, principalmente aqueles que possuem um histórico de má comportamento. Vivenciei bem isso pois a turma no qual escolhi para lecionar era considerava a sala com alunos mais estigmatizados, mais rebeldes, mais desobedientes. Confesso que houve por minha parte um certo temor, mas aceitei o desafio pois quis firmar meu perfil de profissional docente buscando sempre acertar e consertar os possíveis erros.

O professor realmente possui uma responsabilidade muito grande, ele não só ensina, mas educa. Ele não só diz a resposta, mas constrói um pensamento. Ele não só repreender, mas também abaixa a guarda. Ele não só prende a atenção do aluno, mas liberta-o para novos caminhos.

(CARTAS ao ESTAGIÁRIO- Não me formei, e agora? Por Lorena RASM/ 2º Edição, 2016)